AliExpress, da chinesa Alibaba, abre loja temporária no Brasil

Em parceria com EBANX, marca terá painel eletrônico para fomentar ecommerce em shopping de Curitiba

O AliExpress, site de comércio eletrônico que pertence ao Alibaba, maior varejista da China, abre seu primeiro ponto de venda físico no Brasil nesta sexta-feira (6). O país está entre os cinco principais mercados da marca.

A chegada do AliExpress ao Brasil é fruto de uma parceria com a Ebanx, empresa de pagamentos, a loja será no estilo pop-up, como são chamadas as operações de comércio temporárias, cada vez mais comuns no varejo.

O espaço ficará no Shopping Mueller, em Curitiba, sede da Ebanx. É um projeto-piloto, de 30 dias, que vai servir para que consumidores se sintam mais seguros para comprar produtos da China pela internet, segundo André Boaventura, sócio da Ebanx.

O shopping dá uma sensação de segurança ao consumidor. Colocar um ecommerce chinês nesse local ajuda a mudar a percepção de que os produtos de lá não têm qualidade. Há muito produto bom e vamos permitir que o consumidor tenha essas garantias, diz André Boaventura, sócio da Ebanx.

Em moldes semelhantes ao de alguns pontos de venda na China, o ponto do AliExpress será uma espécie de vitrine com produtos digitais, em um painel de 30 metros onde são expostos também itens físicos. O consumidor tem a oportunidade de analisar os objetos em uma tela interativa e escanear os objetos com QR Code, mas a compra é finalizada pelo celular.

No portfólio, estão produtos de tecnologia, como celulares da Xiaomi e da Huawei, drones, caixas de som e fones de ouvido. 

A capital paranaense foi escolhida porque é a sede da Ebanx, que processa os pagamentos do AliExpress e de 150 marcas chinesas de ecommerce, Spotify e Airbnb.

No dia 27 de agosto, o AliExpress abriu sua primeira loja fora da China, em Madri, na Espanha. Apesar a movimentação em outros mercados, a marca não tem intenção de abrir uma loja no Brasil, segundo Kang Huang, diretor da empresa para o país.

Por enquanto, não temos planos. O Brasil é um dos mercados mais importantes para nós. Continuaremos a servir nossos usuários e a melhorar a experiência de compras deles, afirmou Kang. Ele também não comenta os projetos de expansão física da marca depois da inauguração na Europa.Fonte: Folha de S. Paulo
Autoria: Paula Soprana

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